Lidar com vizinhos de obra pode exigir planejamento, conhecimentos
de leis e, sobretudo, muito bom senso. Uma obra pode interferir por
meses e até anos no cotidiano da vizinhança. Entre as maiores
reclamações estão o excesso de ruídos e poeiras, tráfego incessante
de veículos pesados de carga e descarga, que não só atrapalharam o
trafego local como acabam com a via, e se não fosse o bastante,
alguns problemas que interferem diretamente nos vizinhos da obra
como, rachaduras e trincas em construções existentes, queda de
materiais em telhados e pátios e, em casos mais graves,
desmoronamentos de muros. A existência da vizinhança sempre deve
ser levada em consideração quando se planeja uma obra, seja ela de
pequeno ou grande porte. O responsável técnico, seja ele arquiteto
ou engenheiro deve ser o mediador mais eficiente para minimizar
tais conflitos, visto que este está inserido na realidade da
construção. Neste cenário, é importante ressaltar que para um bom
andamento da obra e a pratica da boa vizinhança podem ser
alcançados respeitando horários de trabalho para que ruídos
provenientes de betoneiras gruas e cargas e descarga de caminhões
não interfiram no sossego da vizinhança, bem como mantendo o
entorno da obra periodicamente limpo evitando desobstrução do
passeio publico com entulhos e caliças; e fazer o bom uso dos
procedimentos e normas de segurança como a utilização de telas de
proteção de fachadas e bandejas contra a queda de resíduos e
materiais devem ser indispensáveis. Nunca esquecendo, que o melhor
convívio possível com a vizinhança reflete positiva ou
negativamente na boa pratica do profissional que esta a frente do
empreendimento.
terça 13 setembro 2011 07:26
1. Atelevisão informa forma ou reforma? Nos dias de hoje, a
televisão aparece como um importante meio de comunicação e lazer,
isso porque as informações transmitidas pela TV atingem varias
religiões e todos os tipos de pessoas. Em nossa sociedade, a
população se utiliza muito mais da TV e do radio e da internet do
que do cinema, teatro, jornal, circo e outros meios de comunicação
e lazer. No entanto, se a TV informa a milhões de pessoas cabe a
pergunta: de que maneira e o quê ela informa? Inicialmente, podemos
afirmar que a televisão pode informar de varias maneiras: uma das
maneiras possíveis é transmitir um conteúdo de modo que o
telespectador fique numa posição de passividade. O que significa
isso?—É quando a TV transmite informações de tal modo que a
pessoa, ao recebê-las, não tenha chance de pensar
“refletir” sobre elas. Assim existem programas que não
colocam problemas a serem refletidos, colocam informações a serem
aceitas. Nesse caso, a pessoa que assiste, não pensa e não discute
apenas aceita aquilo que esta vendo. São programas que não colocam
perguntas e sim, respostas para serem engolidas pelos
telespectadores. 2. Comunicação e dominação O grande problema da TV
na atualidade é que raramente aparecem programas que fazem do
telespectador um participante – critico. Isso é um motivo!
Aprendemos em sociologia, que uma das possíveis formas de
compreender a nossa sociedade atual é percebê-la como sociedade de
dominação. Ou seja, aprendemos que é possível detectar em nossa
sociedade um pequeno grupo “classe social” tentando
controla para proveito próprio, uma maioria da população
“outra classe social!”. Diante desse fato, aprendemos
também que esse pequeno grupo se utiliza de vários instrumentos
para poder realizar a sua dominação. A produção de ideologia se
apresenta como uma dessas formas, sendo que (a televisão é em nossa
sociedade um instrumento de divulgação da ideologia da classe
dominante). Em outras palavras, a classe dominante pode-se utilizar
da TV para impor os seus valos (individualismo, competição, desejo
de lucro, e etc.) é por isso, acaba reduzindo a TV ao papel de
criadora de telespectadores passivos.
segunda 12 setembro 2011 11:27
Imaginemos algumas situações que qualquer individuo enfrenta no dia
a dia moderno. Primeira situação uma eleição para prefeito da
cidade. Nela, o eleitor deve votar em alguém que será seu
representante por vários anos. Como ele define seu voto? Em quem o
eleitor iria depositar a sua confiança para representá-lo no
governo da cidade? Provavelmente, ele definira seu voto conversando
com outras pessoas lendo jornais, revista, pesquisa de opinião,
vendo TV, e etc. A parti das pesquisas eleitorais, poderá chegar à
conclusão de que o candidato mais indicados nas pesquisas deve ter
seu voto, pois, se muitas pessoas confiam nele, é sinal que deve
ter algumas qualidades importantes para o cargo. Poderá, ao
contrário, chegar a vota num candidato menos cotado nas pesquisas
porque certas pessoas que considera bem informada em política
disseram que se trata de um bom candidato. De qualquer maneira, é
quase certo que o eleitor definira em quem vota r tomando como
base, e muito, o comportamento e a opinião dos demais eleitores.
Vejamos a segunda situação. Um aluno esta cursando uma escola
– um universitário, por exemplo. Após alguns anos, ele
termina o curso. O que aconteceu durante esse tempo? Ele terá
mudado. Não apenas adquiras novos conhecimentos, novas
experiências, como também, ao final do curso, passa a ser
identificado de maneira diferente pelas pessoas. O ex aluno de
tornou médico, advogado, engenheiro, professor e etc., sendo
reconhecidos pelo curso outros como tal e tendo vantagens e
desvantagens de sua profissão. Ou seja, ele se transformou ao longo
da convivência de vários anos com um grupo de pessoas, do qual
passa a fazer parte. Uma terceira e ultima situação. Uma fabrica
temos um trabalhador numa determinada indústria. Suponhamos que ele
conhece o dono da pequena indústria em que trabalha e que tenha ate
uma boa amizade com ele. Em determinado momento, porem, acontece
uma grave. Apesar da amizade entre o trabalhador e o patrão,
provavelmente durante a greve ambos estarão em campos opostos: de
um lado o trabalhador reivindica melhorias de salários e melhores
condições de trabalho justo com seus companheiros; do outro lado, o
patrão e os administradores da empresa afirmando que não podem mais
aumentar os salários. Independente mente da amizade, patrão e
empregado estarão em lados opostos no decorrer da greve. O que há
de comum nessas três situações vivida em qualquer sociedade atual?
São todas situações sociais, pois só podemos entendê-las como
situações coletivas, situações que só pode ser explicadas pelas
relações que indivíduos ou grupos de indivíduos estabelecem entre
si, mas não podem ser compreendidas se os tomamos isoladamente.
Portanto, tais situações não dizem respeito apenas á ação
individual.
segunda 12 setembro 2011 10:57
Não tenho filhos, nem fui casada, nunca soube que alguém mim ama-se
de verdade, de minha parte também só dei aos homens o que eles
queria “sexo”. Amar alguém eu nunca amei eu acho,
isso sem levar em conta uma grande paixão que tive "Lucas" lembro
ate hoje a primeira vez que o vi foi uma alienação tão grande que
não pude mim conter de tanta emoção ,tudo começa quando eu ia a uma
consulta de pré-natal. No dia vinte dois de agosto de dois mil e
cinco numa segunda-feira aproximadamente as onze e quarenta, eu o
vi. Nós estávamos próximas a um posto de gasolina, eu e minha irmã
caminhávamos bem devagar, pois já era quase o meio dia e o sol
estava muito quente, minha irmã já passava dos oito meses de
gestação quando uma moto parou do nosso lado e o condutor era um
amigo dela no mesmo instante eu só o enxergava ele era o carona
“foi como se eu estive se num buraco negro e ele a luz no fim
do túnel” foi para esse único homem que fui capaz de dizer eu
te ano. Somente voltei velo quando minha irmã ganhou o bebê, ele e
o amigo de quando eu o conheci foram visitar minha irmã. Começamos
uma pequena amizade com isso um pequeno namoro, esse namorico não
durou muito mais que quatro ou cinco meses vivemos momentos
maravilhosos apesar de existirem varias pedras no nosso caminho era
como um conto de fadas quando estávamos juntos... Eu tinha 16 anos
ele 32, isso era um só dos obstáculos, alem de tudo ele era casado,
viver com ele durante esse tempinho foi muito bom, me lembro de
quantas tardes passamos juntos e por muitas vezes ouvir ele dizer
que mim amava também,olha só não estamos juntos porque ele não
confiou em mim quando ele deveria, por muitas vezes eu pedir para
que ele confia se pedi até pra mim perdoar sendo que nunca fiz nada
do que mim acusavam e ele nem quis saber. O que mim dói e saber que
sempre estive certa, ele não mim deixou prova pra ele que jamais
tinha sido tocada por um homem, preferiu agredita nas pessoas que
não queria nos ver juntos. E no dia cinco de março de dois mil e
seis com poucas palavras ele mim disse que não queria ficar mais
comigo, e ia tentar salvar seu casamento, ele por muitas vezes
ficava com pessoas próximas a mim só pra eu saber, ele chagou a
fala pra uma colega minha que perguntou onde eu estava que não mim
conhecia. Aquela época foi a pior parte de minha vida, tive que ter
acompanhamento psicológico tive principio depressão. Hoje
segunda-feira, 12/09/2011 às 11h45min escreve para contar
pra todos que aquilo que muitos julgavam ser uma paixão de
adolescência permanece aqui dentro do meu coração e algo tão forte
que não posso agüentar por muitas vezes eu choro, pois não consigo
mim livrar dessa paixão que atormenta minha alma pra você meu amor
só tenho a dizer que nada foi em vão tudo tem um explicação um dia
não importa quantos anos passarem descobriremos. Todos esses anos
depois ele continua casado não sei nada sobre sua vida atual,
parece que ele vive um bom momento no casamento, não sei onde ele
mora, mais sei onda ele trabalha às vezes passo na rua do seu
trabalho só pra velo. Meu amor eu quero, que você saiba que pra
sempre eu vou te amar.
segunda 12 setembro 2011 06:46
Qual é exatamente a relação entre violência e pobreza? É preciso
estabelecê-la adequadamente, de maneira esclarecedora, a ligação
entre os temas se dá por meio de uma rede de amplos alcances. Não
se chega a um por meio do outro sem que, no entorno e no caminho,
nos deparemos com uma série de outras confluências no campo das
políticas públicas. Não tratamos da violência dos pobres, que são
principalmente honrados trabalhadores, mas da pobreza e da
desigualdade. A pobreza, violenta em si, mata silenciosamente pela
fome, pela desnutrição, pela ausência de cuidados básicos, a
desigualdade é a fonte de energia da violência que preocupa o país.
Dessa compreensão podemos buscar as mais adequadas abordagens,
reconhecer e saber como fazer com que os investimentos em políticas
sociais se traduzam também em investimentos em segurança pública.
Os pobres são as primeiras vítimas da violência. A desigualdade
lhes impõe uma situação “se corre o bicho pega, se ficar o
bicho come” Na periferia criminosos, famílias convivem com o
risco de desconstituição, ameaças de morte de crianças e
adolescentes, restrições no direito de ir e vir.A segurança, como
bem público, deve ser garantida a todos os cidadãos. No entanto, as
pessoas são privadas desse direito, dentre outros tantos garantido
pela constituição. Em relação especificamente ao combate à
violência, não há dúvidas de que necessitamos de uma profunda e
vigorosa reforma no nosso sistema penal. As investigações para
identificar e desmantelar redes criminosas e corruptas incrustadas
há muito na estrutura estatal. E para estancar verdadeiros ralos
pelos quais passam a sangria de recursos públicos. Ao mesmo tempo,
o debate não se completa sem o papel fundamental das políticas
sociais integradas, articuladas em torno do objetivo de promover o
bem-estar social, de modo a combater a violência-insegurança: a
desigualdade. Claro que pra isso tem que se trabalho digno e
educação adequada há todos. Mas pessoas, famílias e até comunidades
que até então foram excluídas das políticas de crescimento devem
primeiro ter garantidas as melhores condições para superar as
diferenças. para que nesse caminho possamos minimizar a pobreza, a
desigualdade. “O combate à violência deve se pautar pelos
mesmos princípios de um grande projeto nacional de igualdade de
condições e oportunidades, de modo a garantir que a segurança seja,
de fato, pública”.
domingo 11 setembro 2011 10:26